segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Fim de luta
- Se rende?
- Não. Nem a pau!...
Os bicos muito escuros com seus exatos três centímetros e meio dos seios de Veridiana dançavam, sua dança diminuída pela força da adversária por cima dela. As mãos de Marizilda pregavam as suas contra o acolchoado que as duas tinham colocado juntas antes da luta, quando, cada uma confiante em derrotar a rival, haviam-se dito que a outra deveria sofrer era das pancadas que levaria, e não de ralar contra o chão. Os polegares da jovem e branca e nua Marizilda esmagavam as veias do centro do pulso de sua adversária, que fazia esforços de tirar as mãos dessa tirania, mas só conseguia movê-las sem potência, os cinquenta quilos da adversária impedindo que saísse da armadilha.
Os seios da jovem Veridiana, apesar de morenos, mostravas as marcas dos golpes que as duas jovens trocavam fazia nove minutos. Não só arfavam, mostrando o cansaço da luta, como mostravam as marcas de dedos, mostrando que sua adversária não descurara de atingi-los, no fragor da batalha. Os seios muito brancos de Marizilda, balançando suavemente pois ela se encontrava por cima, mostravam além dos bicos cor de rosa as manchas avermelhadas dos agarrados e puxões que sua adversária lhes proporcionara.
-... nem a pau!...
Ao receber a recusa Marizilda ficou indecisa – conseguira cansar e dominar a outra garota, mas Veridiana era três centímetros mais alta e tinha os bíceps mais largos, assim, se ela desse à morena tempo para respirar, a outra poderia virar o jogo e em um minuto Marizilda era quem ficaria por baixo, dominada. Teve uma ideia: aproximou os lábios de um bicão escuro e principiou a chupar, não com a delicadeza de um namorado mas como quem quer tirar leite, com força, principiando por engolir o biquinho, depois o bico, depois o peito. Mas não saiu leite algum. Apenas dois gritos metálicos atravessaram o quarto em que as duas tinham se trancado prometendo não sair sem ficar decidido quem era a melhor. Veridiana se contorcia pela dor e pela vontade de sair da armadilha, seu rostinho se contraía e fechava os olhos muito escuros, mas não conseguia sair de baixo da amiga.
- Se rende agora?
- Ai!... oh!... não...
E Marizilda largou o bico esquerdo, sua vítima, e aproximou a boca da próxima, o direito, mas mal começara seu trabalho quando sentiu o corpo da outra, até então contraído e suado, relaxar inteiro.
- Para, Marizilda, eu me rendo. Não aguento mais.
A alourada Marizilda teve vontade de dar pulos. Ela já apanhara duas vezes de Veridiana. Era a primeira vez que conseguia derrotar a morena.
- Se reconhece vencida?
- Sim, me reconheço. Perdi a luta.
- Você queria ganhar?
- Sim, mas não tenho mais esperanças. Para de brigar.
Marizilda largou sua vítima, levantou-lhe um joelho, levantou uma mão e abriu um sorriso – fazendo pose para uma plateia invisível. O prazer de vencer.
Só então sentia que seus seios e sua doce e loura racha também doíam. A outra vendera caro a derrota.
Deitou-se de lado, curtindo o corpo estendido da vencida.
Que era um belo corpo. Veridiana, apesar de morena, trazia bem visíveis as marcas da tanga. Os dedos da alourada percorriam o limite em que a carne bronzeada se encontrava com a carne branca.
- Parabéns. Você estava invencível hoje. Na revanche vou te dar de volta tudo o que você me deu e ainda mais.
- À vontade, querida, sempre que quiser apanhar de novo. Adorei apertar teus seios e bater na tua boceta.
Os dedos de Marizilda chegaram ao lugar onde a marca da tanga se encontrava com o encontro das duas coxas. A jovem vencedora sentia a sua própria racha docemente umedecer-se desse passeio das mãos e pela visão do corpo da perdedora. Dizendo-se que quem perde tem mais é que aguentar, os dedos saíram do limite da tanga e atingiram a flor muito negra entre as coxas da outra. A outra fechou os olhos.
Em meio minuto algo úmido ergueu a pontinha entre a floresta de pelos negros – o clitóris da jovem Veridiana, estimulado pelas pontas dos dedos, reagia. Marizilda achou engraçado como ela conseguia dar prazer à outra garota, assim como minutos antes causara dor. Veridiana se ergueu nos cotovelos.
- Quero premiar a vencedora.
Foi a vez do clitóris de Marizilda mostrar sua pontinha entre os pelinhos louros. Veridiana estendeu a pontinha da língua, e quando uma pontinha se encostou na outra, a cabeça de Marizilda deu duas voltas.
À propósito, as duas tinham disputado um namorado. Agora completamente esquecido. Só queriam saber de premiar-se.
sábado, 4 de junho de 2011
Sou a amiga
“Realce sua beleza andando em companhia de amigas feias” - parece ser o lema de Michele, e eu não sou Michele. Sou a amiga. Bem, não sou exatamente feia. Sou normal. Não engordei nem nada, ao contrário, minhas bermudinhas jeans sempre folgam. Mas sou de uma normalidade que se esmaga diante da esplendorosa lourice e do cabelão na cintura da minha amiga, alguém que já cansou de ouvir o bordão “por que você não quis ser modelo”? E ficamos por aí, nós duas, nos bares e boates, eu, Teresa, sempre a fiel escudeira.
.Inevitavelmente, a garota bonita atraiu um rapaz bonito. Os um metro e oitenta e seis do cara eram dissimulados por seu apelido, Betinho, que além de disfarçarem sua altura davam uma impressão errada sobre outra grandeza. Ele grudava os olhos na musa dele, e isso me deixava livre para grudar os meus naquele volume na sunga dele, na piscina.
.Além de bonito, Betinho era tímido e era amigo do vizinho da minha prima. Aproveitou essa quase- intimidade e me perguntou se aquela gataça gostava dele.
.Aquela gataça nem sabia de sua existência. Betinho era bonito, mas a concorrência era forte, e nessa ele perdia. Não sei que me deu. Respondi: Ela me disse – tem uns caras bonitinhos, mas tesão mesmo, coisa de útero, eu tenho é por aquele, o Betinho.
.Os olhos dele viraram sóis. E eu disse: não dá agora, ela está terminando um namoro, os pais querem o cara rico, etc. Mas ela me disse: “depois de livre, eu vou comemorar dando pra aquele tesudo!”
.Pedi um tempo, e eu arranjaria as coisas entre os dois.
.Deixei Betinho pulando de euforia e naturalmente não disse nada para minha amiga, a qual continuava ignorando a existência do rapaz. Ele me perguntou de novo. Eu disse que, quando estávamos no quarto dela... E ele me perguntou se ficávamos juntas no quarto, eu disse que sim, ela trocava a roupa na minha frente, eu já cansara de vê-la nua, pena que não podia levá-lo na bolsa eheh (ele mordeu o lábio). E falei das calcinhas dela, tinha umas bem-bem, fio-dental, enfiadinhas, “são para o Betinho“ ela me disse, rindo, e uns sutiãs com umas aberturas bem grandes para os bicos, os bicos delas são bem grandes, sabe? E quando está experimentando calcinhas, tirando uma depois da outra, a - posso dizer -, fenda dela é bem lourinha, não sabia? Pois é...
.E Betinho esvermelhava a cara, e eu o deixava, pois via necessidade dele enorme de ficar a sós para se aliviar.
.Não podia embromá-lo muito, e prometi que iria acertar as coisas entre eles. E numa certa noite subi os degraus da escada da casa dele para falar disso. Disse Oi! para os pais dele, lá na sala, e subi para o quarto.
.Não dá por enquanto, disse eu. Os pais dizem que ela só pode terminar com o cara daqui a no mínimo dois meses. Mas ela não aguenta mais. Ela disse que quer transar com você e morde os dedos esperando os dois meses. Quis que eu a ajudasse a tomar banho. É realmente uma pena essa espera, Betinho. Ela levantou a sainha verde e vi os lourinhos – estava sem nada por baixo - “É o modelito que vou usar quando namorar com o Betinho”, disse. Tirou o sutiã tão pequenininho que uma parte de um dos bicos aparece. Eu falei que os bicos dela estavam bem duros, e ela disse que é por que pensava em você. Eu mesma acho uma pena, Betinho, que você possa apenas bater uma, quando podia meter na minha amiga. Seria muito mais gostoso.
.Eu disse isso como quem convida para uma coca cola, mas não havia nada de cocacolístico nos olhos enormes do rapaz e no mais enorme ainda volume na bermuda branca, e nas narinas respirando como chumbo.
.Betinho tinha força equivalente a quatro de mim, e só precisou de um pedaço dessa força para suas grandes mãos me envolverem a cintura, me suspenderem no ar, meus pezinhos deixando cair as melissas cor-de-rosa, e me colocou sobre uma cômoda de madeira muito nova, com as costas na parede. Tudo devagar mas com uma determinação de locomotiva. Senti sua respiração quente quando ao ser carregada coloquei meu pescoço em seu ombro.
.Suas mãos afastaram minhas coxas, não as escancarando, mas o suficiente para aquilo que ele queria. Ele se afastou, envolveu meu corpo ainda vestido num olhar só.
.Suas mãos procuraram o fecho da própria bermuda que um par de segundos depois deslizou ao chão, seguida pela blusa branca, e em mais outro par de segundos compreendi minha situação: um homem nu, que eu mal conhecia, o falo muito grosso, apontava para mim. Não fazia cara “sua gostosa!” ou de “vou te comer!” Ele só queria o que queria.-
Deixei-o fazer. Eu tinha sido má – eu mentira, eu o provocara. Eu merecia o que viesse. Vi suas mãos rasgando um pacote e tirando um anelzinho melado de lá.. “Só come com camisinha”, pensei. “Bom menin..” - e meu pensamento foi cortado pelas suas mãos, que se aproveitando de minha bermuda frouxa nem se deram ao trabalho de tirá-la, puxando-a para o lado, e continuando sua exploração encontraram um pequeno pedaço triangular de poliamida, que também não ofereceu grande resistência.
.Era agora. Respirei fundo, mandei uma de minhas coxas para mais distante da outra, vi aquilo muito leve, levitando horizontal, procurando o espaço lateral que tinha sido deixado por minha bermuda e calcinha, e mordi-lhe o ombro suado quando o senti sem nenhuma violência porém sobrando firmeza a alargar-me inteira, fazer-me maior, nas beiradas da dor mas sem cair nela. Betinho colocou a mão na minha boca e eu entendi – eu suspirara a alarmar o quarteirão. Não queria que os pais dele soubessem e passei a me controlar, quase lacrimejando.
.Após colar nossos corpos inteiros, Betinho afastou-me e num golpe seco e doce cravou de novo, e minha cabeça rodopiou e franzi a testa de esforço para não gritar. O mesmo movimento foi seguido várias vezes, eu derretendo, Betinho me lambia o pescoço e eu dava o troco lambendo o dele, assim como as orelhas, mas não nos beijávamos – e eu entendi claro – porque não havia amor. Só tesão em elevado grau de pureza.
.Desfiz o laço de minha miniblusa, não tanto para ficar mais ficar mais à vontade como para dar ao garoto uma visão dos bicos marrons dos meus seios – e ele respondeu socando-me como bate-estaca, sem vestígios de dó. O rapaz não respeitou nem mesmo meus dois gozos – meus amigos anteriores ao menos aliviavam enquanto tinha meus orgasmos, mas o menino continuou a estocar sem me dar descanso.
.Tapei-lhe a boca – foi a minha vez – quando gritou um oooouuu de abalar alicerces, e minha mão rápida como cobra lhe arrancou a borracha. Seu iogurte denso, grosso, fez faixas que se estendiam pela minha bermuda arregaçada, umbigo e um chegou a me acariciar a bochecha, sensação doce.
.Ficamos uma meia dúzia de minutos desabados um no outro.
- Tem um papel? - disse eu desprendendo-me.
Tem, sim – e me trouxe um rolo de papel toalha, que juntou com o banheirinho foi muito útil para voltar a ficar apresentável pelo menos para passar pelos pais dele. Penteei-me com o pente dele, afofei os cabelos.
.Dei-lhe um beijinho no rosto.
.Desculpa, tá, Teresa?
Tudo bem, isso acontece – disse eu. E alcei minha bolsa. Seus pais me deram boa noite enquanto eu voava para a porta.
Quanto à minha amiga, sei que o príncipe encantado dela ainda virá, sei lá quem será ele. Quanto a mim, talvez não tenha me dado tão mal assim eheh.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Pequena recordação
Queridas amigas e amigos,
agradeço as respostas!!!
(Essa era uma mensagem de agradecimento ao Eros, ao Ricardo, ao que se assina “Quero sua mulher!” (eheh) e aos demais amigas e amigos deste blog. Mas ficou tão grandinha que virou uma história. E nem é história, é recordação!) bjos
Confesso, coisa de anos. Fomos eu e meu pai a uma praia no ES. Praia com um morro rochoso perto, formando uma espécie de grande ferradura num canto da areia. Sentamos lá, meu pai a ler uma revista. Lá por perto já estavam um rapaz e sua namorada, esta, lembro, muito branca. A garota começou a dormir. Meu pai distraído a ler.
Eu olhava o mar muito azul. Mas tive aquela sensação de mosquitinho incômodo – aquela que a gente tem quando alguém observa a gente. E olhei e vi. O garoto fixava os olhos o tempo todo em algum lugar. Algum lugar que logo entendi ser meus jovens seios. E olhava e reolhava, como jogo da seleção. Resolvi ignorar o rapaz.
Meu pai se levantou para tomar banho. Notei que, assim que o meu pai ficou longe, lá cortando as ondas, um movimento discreto e firme me vinha da direção do casal. A curiosidade foi maior, olhei. E vi de novo: O cara tinha tirado tudo para fora e percorria sua mão direto, subindo e descendo, o olhar me lambendo mais que nunca.
No primeiro segundo, fiquei constrangida. Um estranho, fazendo aquilo perto de mim. Imbecilóide, pensei. E ao lado da namorada!
Meu pai, que adorava água, demorava. E isso me deu tempo. Olhei de ladinho. O garoto continuava. E aquilo seguia erguido, orgulhoso como um atleta apontando o céu, perturbado apenas pela mão que ia e voltava. E o garoto, aham, decididamente não era mal-dotado, pelo contrário,era beeem digamos contemplado pela mãe natureza. Um pensamento bobinho me cruzou a cabeça: sabe quem, um passarinho me dizia, sabe quem fez isso tudo virar barra-de-ferro? Sabe por causa de quem isso está desafiando a lei da gravidade? Por minha causa!
E senti, outro pensamento bobinho, orgulho. Eu era capaz de fazer aquilo com um homem – era EU que tinha feito aquele estrago todo. Eu podia, eheh. Quando se tem seus dezesseis, é uma descoberta.
Lembrei disso quando li o lindo resultado da enquete, de que vários cavalheiros se tornaram firmes e fortes, e fizeram concorrência à Danone no final, lendo meus continhos, eheh.
Beijos e beijos, Bia
segunda-feira, 11 de abril de 2011
GOZAR E TCHAU
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Lembrou disso exatamente enquanto via a cabeça avermelhada do rapaz brilhante pela borracha envolvida e desaparecendo entre a tira de pelos escuros entre suas coxas, o dono dela abrindo a boca e jogando o pescoço pra trás. Feliz aniversário – se disse.
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Convidara o garoto para uma pizza inocente, nada demais e quarenta minutos afastava as coxas para a entrada dele. Seguiam o ritual sai-e-entra, pontuado pelos gritos, roucos os dele, finos os dela, que se alternavam como num ensaio. Esquisito, pensou: depois de duas décadas abrindo as pernas para o mesmo, abrir as pernas para outro, e riu.
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Não se tocavam, ou quase. O rapaz se apoiava com as mãos no sofá vermelhaço, e se aproximava e afastava como fazendo exercício. Ela lhe apertava as nádegas, mas em geral só se tocavam no que interessava. Não havia amor, só vontade de devorar um ao outro. Experiência nova para ela. E não desagradável. Depois de anos de só-com-amor, experimentar uma gozar-e-tchau.
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O garotão não agüentou o calor e umidade dela e em meia dúzia de minutos uma faixa de creme branco lhe atingia até um bico rosado.
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Mas não foi tchau. Na hora do tchau ela já queria de novo.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Os três
Casal-dos-quarenta, nova fase, vontade de aventuras para a monotonia não mastigar tudo. Surge idéia; Por que não a três? No começo, divertido, ele ri. Por que não? Tudo abstrato, fantasia-para-transa.
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Mas um amigo apresenta um primo que tem outro amigo que tem um colega – e este último é perfeito – educado, não quer compromissos, idade certa e vinte centímetros bem contados. O marido não acredita: acaba de desligar o telefone onde chamava um homem para agasalhar-se na doce xoxota que ele desvirginara um par de décadas atrás.
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No Aphodit´s, nome idiota, quarto para três. O garotão não negou fogo. Os vinte eram vinte centímetros mesmo, à prova de qualquer régua. O marido pisca os olhos meia dúzia de vezes. Aquele é a mesma do casamento? Os olhos a brilhar como diamantes, os dentes da boquinha de batom-vermelho-putinha a rasgar o plástico da jontex, ela parece ter vinte anos a menos. Quase virgem. Ele não acredita, pensa ser sonho-quase-pesadelo, pisca mais quatro vezes para acordar.
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Não era. As mãos de unhas vermelhas empurram as tiras da tanga, as coxas se afastam, um triângulo de pelos marrons se define – e se aproxima da cabeça arroxeada do cara, bobalhão com o espetáculo, mas em perder a dureza. Dois bobalhões. Ela mandando em tudo.
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A cabeça de um dos dois, a do garotão, desaparece engolida pelo triângulo. A esposa, transformada em adolescente, revira o olho e dá uivinho. O marido se divide: metade quer se jogar pela janela e a outra quer bater uma e produzir muito creme gozando o espetáculo.
sábado, 13 de novembro de 2010
Começou como brincadeira
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Começou como brincadeira. E continuou como brincadeira. Nos fundos da academia de taekwondo, depois dos pontapés e hematomas, longe de olhares de homens, aliás longe dos quaisquer olhares, ninguém lembra quem teve a idéia de ficar só de calcinha e convidar alguma outra para uma briguinha-de-mentirinha – aliviada pelos acolchoados pelo chão e pelo fato de ser de mentirinha. Uma dava uma surra-de-mentirinha na outra e a perdedora-de-mentirinha gritava “Pára, pelamordeDeus, tem piedade! Eu faço tudo o que você quiser!” entre as gargalhadas próprias e das outras.
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Claro, nessas lutinhas rolava muita mão e coxa de mulher em lugares que a Nossa Santa Sociedade afirma que só deve rolar mão de macho. Mas eu tenho a filosofia: uma mulher está a fazer amor com outra mulher? Então as duas gostam de menina. Não estão fazendo? Então nenhuma das duas merece o esquisito nome de lés-bi-ca, por mais que pareçam estar fazendo.
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Tatiana, a Tatí, não era muito temida no Taekwondo mesmo, ela geralmente apanhava. Mas nas briguinhas era outra o assunto. Já eram conhecidas as calcinhas mais-para-tanga quase transparentes que apareciam quando ela abria o quimono quando surgia a idéia das lutinhas. Se eu achava esquisito? E quem sou eu para julgar a calcinha dos outros? E na saída muitas de nós éramos esperadas por maridos, namorados, noivos, até especiais amigos. Mas ninguém nunca se lembrou de ter visto Tatí desfilando com um ser de cueca ao lado. Isso gerava as conversas, será que ela é, como a cabeleira do Zezé? Olha, eu sou hiper-super-extra-de-esquerda-libertaríssima, votei no Plínio e adorei a propaganda de certo partido em que aparecia um casal gay. Se ela é ou não é, tou nem aí, como diz a canção boba.
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Eu ria a valer tomando uma Coca Zero e vendo uma engenheira casada de topless e uma acadêmica de psicologia com um conjuntinho sutiã-calcinha da Capricho no auge de uma lutinha, uma querendo esmagar os peitos da outra com os próprios, cada uma rindo e gemendo em proporção inversa à dor que sentiam. E veio Tatí, tanguinha de asa alta e bicos um tanto duros e róseos, querendo briga. Eram nove horas, academia esvaziando. Se fosse no dia anterior, seria diferente – meu namorado me esperara para conhecer motelzinho novo e senti a sua rigidez dentro de meu corpo durante duas horas e catorze minutos, com pouquinhos intervalos – é isso mesmo, meninos, se alguém pensava que eu tinha preservado minha pureza para você, pode tirar o cavalinho. É a vida, dura e cruel. E depois de uma noitada daquela, queria dar um intervalo em homem. Topei. Tatí cabelos estaqueados pretos na altura do ombro propôs que a vencida pagasse uma prenda, surpresa, no final. Topei, de novo. Não estava a fim de perder.
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Quase mudei de idéia na hora do acolchoado mesmo quando vi Tatí inteirinha, os amplos seios com uma marca bem definida de sutiã de biquíni pequenininho, os pés nus. Ela tinha uma tática vencedora: com prêmio de paciência, conseguia tirar a calcinha da adversária. E dava um jeito de encaixar as coxas na coxas da outra, até que encostava seus pelos levemente cor castanha nos pelos da outra. Aí era batata: Tatí sempre conseguia que a outra gozasse antes. Enquanto a adversária relaxava, avassalada pelas ondas de prazer, Tatí pulava sobre ela, apoiava os braços nos seios da outra equilibrando seu peso sobre os coitadinhos – e a dona dos ditos cujos pedia arrego.
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Estava decidida a não deixar Tatí usar essa estratégia e quando encontrei o corpo e senti o perfume de lavanda dos cabelos de minha adversária, deixei minha mão esquerda deslizar pelos pelinhos de sua coxa e encontrar a pecinha de poliamida verde que mal escondia o lugar onde minha amiga era mais mulher. Sem nenhum vestígio de piedade amassei o pano, transformei-o em tirinha e o puxei. Tatí piscou duas vezes e suspirou um par de ais, e confesso sem nenhuma vergonha que curti a dorzinha dela.
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Que não estava galinha-morta. Como vingança, Tatí cruzou os braços e pressionou-os contra meu peito, de forma que quanto mais eu a puxava, mais dor eu sentia. Acabei largando a tanguinha. Eu pensava num refresco mas Tatí transformou suas pernas em laço e me derrubou. Antes que pudesse pensar ela estava por cima de mim e senti algo áspero – eram os pelos de minha amiga, que como um raio jogara a tanga longe.
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Eu sabia a tática dela e estava decidida a não permitir, mas numa luta uma coisa é querer e outra é conseguir. Tatí conseguiu frustrar meus esforços de ficar por cima dela, e com uma mão livre conseguiu com paciência arrastar minha calcinha para o meio da coxa, depois para o joelho. Vendo que eu não conseguia mesmo impedir, decidi lutar como ele queria, e seja o que Deus quiser.
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- Vamos esfregar as xotas, Tatí.
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- Tudo bem – e me viu tirar a verde calcinha-tanga.
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Quando as duas que iam se encontrar se encontraram, senti por que Tatí ganhava sempre. Ela era quentinha, úmida como o colo de mamãe. Dava vontade de ficar ali para sempre. Mas eu sabia que aquela delícia era armadilha. Segurei um tornozelo dela e usando aquele apoio eu esfregava o mais rápido que podia, tentando forçar a boceta da minha amiga a gozar. Tatí era muito mais calma, e esfregava lento e ritmado, pressionando o corpo contra o meu, em contraste com meus movimentos afobadinhos.
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- Não vale, Tatí. Você tem experiência com mulher.
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- Descobriu minha arma secreta? – e riu sem parar de esfregar.
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Pensei em salgadinhos de rodoviária, pensei em discursos do ministro dos transportes, pensei até na careca de certo candidato derrotado. Pensei nas coisas mais sem graça que conheço mas não deu: sentia cada vez mais definida a fenda de minha amiga, e agora as duas já deslizavam uma na outra, as duas ensopadas de mel-de-mulher. Uma onda passou relaxando minhas coxas e uma gatinha lá perto miou duas vezes – e senti que o miado era meu. A danada conseguira fazer a minha gozar. Como raio Tatí cresceu por cima – eu instintivamente cobri meus bicos com os braços – mas aprendi da pior forma como é difícil fazer força quando se está gozando. Tatí conseguiu afastar um de meus braços e expôs um de meus pobres seios – que logo foi coberto pelo antebraço de minha adversária, que logo depois fez o mesmo com o outro e ficou apoiada só nas pontas dos pés e nos meus pobrezinhos, que sentiram o quanto pode ser pesada metade do peso de uma mulher de cinqüenta e três quilos.
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- Chega, Tatí. Perdi. Não agüento mais.
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Tatí desabou sobre mim rindo, os seios em cheio nos meus, me fazendo sentir os bicos rígidos.
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- Ufa garota, esse foi difícil! Desculpa a dor, tá?! – e era ria como ganhador de Mega-sena.
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- Não tem que se desculpar, disse eu tirando os seus cabelos que caíram sobre minha boca e sentindo meus seios latejarem docemente. – É luta. Vou fazer o mesmo com você na próxima.
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- Elas já devem ter te falado que eu gosto de mulher, não é? – disse mordendo o lábio, de súbito tímida.
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- E eu sou vascaína. Vamos, mulher, não quero saber da tua vida pessoal. Diz logo essa prenda que eu devo pagar.
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A essa altura só havia nós duas. Tatí me levou pela mão para um banquinho, sentou, me fez ajoelhar em frente a ela. Eu louca para saber o que eu devia fazer pela vencedora.
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Adivinha – disse, e afastou as coxas o mais que pôde.
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Adivinhei.
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Beijos, Bia
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
Uma luta entre duas dondocas
Késsia era filha de fazendeiro. Liane era filha de especulador. O pai de Késsia vivia em Dubai ou Hong Kong, sabe-se lá com qual loura escort de alto nível. A mãe de Liane depois do terceiro casamento namorava um garotão ex-sargento dos bombeiros. Késsia há três anos repetia a segunda série por falta. Liane era mais honesta: decidira oficialmente que fazer compras era muito mais interessante que geometria, e parara na terceira. E ambas tinham mais de dezenove anos de idade cada uma e tinham, portanto, idade de ser universitárias. Titias pressurosas tinham desistido: as duas moças eram filhinhas de papai rico vagabundas consumadas. Caso perdido.
Perdido não: a Késsia de cabelos pretos filha de fazendeiro e a Liane loura filha de vendedor de dinheiro tinham rotina puxada: dormir a manhã toda, fazer os cabelos e malhar na Jolly Fitness à tarde, combinar com amigas e amigos uma saída para a noite, atacar uma butique de shopping e dançar bate-estaca até às quatro da matina, que ninguém é de ferro e a vida é dura. Tanto Késsia como Liane já tinham agasalhado rígidos falos de namoradinhos entre as coxas, pois decidiram muito cedo que ser dodoca, usar Louis Vuitton e ser zero-quilômetro não tem graça nenhuma. Namoradinhos: os corpinhos magros e malhados e a conta bancária dos papitos garantia sempre interessados. E nada disso significava que fossem muito amigas – vivia uma tentando ganhar da outra – em namorados, em brilho nas festas, em tamanho de decote.
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Um dia Késsia e Liane acordaram às quatro da tarde, Késsia no quarto de Liane, do tamanho de três apartamentos da Cohab. Acordaram quase nuas, de tanguinhas bem entradas. Késsia acordou com raiva do mundo. E mais ainda quando ouviu:
- O Bruno de ontem tem dezoito centímetros, tamanho largo. Dizem. Vou namorar ele. Tou a fim. Vou comprar borrachudas tamanho extra...
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Késsia mal lembrava do Bruno de ontem de ou de qualquer dia, mas toda a raiva arranjou um objeto. Meio-dormindo falou:
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- Vai porra nenhuma. Ele é meu. Aperto tua xota que tu sai chorando.
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- Tá me desafiando?? – e Késsia viu Liane ficar em pé, os cabelos escorridos sobre os ombros, com só um triangulozinho de tecido semitransparente verde entre as pernas da moça a separá-la na nudez total.
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- Estou! – e Késsia se levantou e foi vez de Liane ver os cabelos encaracolados de Késsia e a tanguinha preta a se confundir com o preto da boceta à qual protegia. – e se jogou sobre a amiga, a tentar segurar-lhe os braços.
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Foi quando a jovem Késsia sentiu um ventinho: num pedaço de segundo, Liane com a mão em gancho afastara a tanga de Késsia e soltara seu joelho como um míssil direto na rachadura entre as pernas da garota. A ponta do joelho ainda roçara nos pelos da morena – mais um par de centímetros e Késsia estaria rolando de dor no chão.
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Késsia até o momento pensara que era meio brincadeira, mas decidiu que não era e agora era a vez dela. Foi a vez de Liane receber o petardo da joelhada da amiga, que só não pegou em cheio porque Liane se moveu no último instante e o golpe pegou mais sua coxa que sua boceta.
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Liane e Késsia se agarraram pela cintura e se aproximaram, roçando os bicos dos seios, uma a tentar forçar a outra a abrir as pernas o suficiente para acertar a joelhada na periquita. A luta agora era franca e as duas estavam conscientes que só uma das duas ficaria de pé. As duas tentavam acertar as coxas uma da outra e diziam uma da outra o que pensavam:
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- Cadela.
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- Cachorra.
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- Piranha.
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- Toma, vagabunda.
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Nenhuma conseguiu vantagem, e as duas respirando ar pesado de cansaço, pararam abraçadas, numa trégua, mas sem amor nesse abraço. Liane espalmou a mão direita e bateu com ela bem aberta no bumbum bronzeado da adversária, deixando cada um dos cinco dedos a sua marca. Késsia deu gritou fino e retribuiu, e foi a vez do bumbum de Liane receber todo o impacto da mão da outra. As duas batiam com toda a força alternadamente. A tática era que fazer com que os músculos da outra não agüentassem mais e relaxassem de tanta pancada, e cedessem. As duas encostavam no rosto uma no ombro da outra, as duas decididas a ganhar.
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- Putaquepariu – disse Liane, e com isso ela queria dizer “ai, que dor!”
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Mais dois ou três golpes e foi a vez da jovem Késsia dizer:
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- Putaquepariu – e com isso ela expressava que a luta estava difícil para ela também.
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O joelho direito de Késsia fraquejou mas sua rival nem pode comemorar pois os seus joelhos dobraram um pedaço de segundo depois, e as duas jovens caíram. Mas Késsia estava decidida a vencer de pé, no chão, de qualquer jeito, e fez as mãos em garra e tirou a própria tanga e antes que se passasse um segundo um dos bicos de Liane e um grande pedaço do seu seio estava dentro da boca de Késsia, que o chupava como a puxá-lo fora, nada parecido com os beijinhos que namorados já lhe tinham dado. Liane querendo equilibrar a disputa procurou o peito de Késsia e também o chupou.
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As duas moças no chão faziam uma à outra retorcer de dor, uma decidida a só largar o peito da outra depois que a outra estivesse vencida. Só então Liane entendeu a tática de Késsia – esta tirara a tanga, afastara bem as pernas e tocava uma siririca – dando-se prazer e se consolando da dor que sentia no bico chupado. Liane arrancou sua própria tanga e seus dedos procuraram a própria racha úmida, para também se consolar.
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Késsia procurou diversificar seus golpes, dando chupões alternados em cada um dos seios de Liane, enquanto esta, menos imaginativa, se concentrava num só da amiga. Mas Liane era valente: chupo o quanto pôde até que não teve mais forças para chupar, nem para mais nada. Largou o seio da amiga. Viu Késsia dolorida mas ainda disposta para a luta, chupando-lhe alternadamente cada um dos bicos. E deitou de costas, sem forças. Continuar a briga seria só apanhar, sem esperança de virar o jogo.
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- Chega, garota. Não agüento mais. Perdi.
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E viu Késsia dar dois pulos, os seios avermelhados dançando feito loucos, o braço erguido em sinal de vitória.
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E Késsia via o corpo da adversária vencida, os seios doloridos, os pelos da boceta loura balançando ao vento do ar condicionado. E achou a vitória maaaravilhosa. E não sabia o que fazer com a perdedora. Nem se lembrava mais por que tinha começado, mas estava adorando o final. E antes que pensasse mais, decidiu num meio de comemorar a vitória: sentou-se sobre a cara da adversária, de forma que o nariz da outra encaixou bem entre suas coxas.
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Continuou a fazer sinais de vitória até que sentiu sensação maravilhosa – era a língua de Liane, que suave lhe lambia os pelos negros, a suave rachadura entre eles. Divertida a princípio, em meia dúzia de segundos Késsia se deixou derreter, e seu néctar de amor escorreu doce sobre o nariz e as bochechas de Liane, que nem por isso parou. Késsia reparou no corpo da outra – a cintura fina, os quadris largos, a tira de pelos louros guarnecendo a boceta, e sentiu pela primeira vez o que nunca sentira, tesão por outra mulher. Para Késsia, era a descoberta de um novo mundo, maravilhoso.
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