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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Paula Lutadora versus a novata Bárbara


“Para, eu me rendo – quando uma das duas pronuncia essas mágicas palavras, toda rivalidade some – e se transforma em doce amizade”. É o que Paula, a Paulinha Lutadora, a filósofa do boxe erótico, sempre diz. Filósofa e boa lutadora. Paulinha, 25 aninhos, casada, já tivera a oportunidade de medir a sua com vinte e duas doces bocetas – e as vinte e duas em alguns minutos se estiraram pelo macio plástico do ringue. A mais jovem de suas vítimas tinha lindos dezenove aninhos e dois dias, e a mais experiente, quarenta e oito.

Todas achavam que Bárbara teria medo de desfiar a campeã. Bárbara, recém-vinda de outro estado, era o oposto de Paula: não era exatamente gorda, mas chegava perto: roliça, as coxas grossas, os cabelos louros chegavam perto dos seios surpreendentemente não tão grandes para seus vinte e três aninhos. Bem diferente de Paula, que não era baixinha mas chegava perto, e de um par de seios que se destacava no peito.

Paulinha recebeu com alegria o desfio da recém-chegada – era a oportunidade de acrescentar mais uma vítima a seu cartel – e mostrar ao marido. Quanto a Bárbara, ninguém a conhecia.

Conheceram-na melhor quando as duas se apresentaram no centro do ringue. Bárbara de topless e tanguinha que nem chegava a sê-lo – apenas dois fiozinhos que literalmente entravam-lhe na periquita. Paula usava a microtanga triangular tão temida pelas adversárias. As línguas das duas se encontraram no cumprimento regulamentar.

Três minutos depois a tanga de Paula rolava rasgada pela lona, fazendo companhia à de Bárbara que já lá se encontrava em tiras. As duas jovens se atracaram uma na outra cada uma decidida a deixar a inimiga sem sentidos. Paulinha tomou as iniciativas com a sua tática costumeira de enfiar a mão entre as coxas inimigas e acariciar o clitóris da futura vítima. Pouco depois o tenro pedaço de carne se destacava da proteção dos pelos da garota, úmido e durinho. Então Paula fechava a mão, destacando um nó nos dedos e o golpeava com força limitada e constante, investindo mais na pontaria e na persistência, até que a outra mulher rolasse a gemer pelo chão.

E Bárbara deu dois ais finos ao receber os golpes. Em retaliação, e aproveitando-se de sua maior força física, cruzou seus braços nas costas da amiga e forçou-as para baixo. Paula resistiu um meio minuto, porém, pressionada, cedeu, ficando com o corpo quase paralelo ao chão, e, principalmente, com os amplos seios pendentes.

Era o que Bárbara queria. Mandou sua mão espalmada chocar contra o peito esquerdo da adversária, tanto que este bateu no outro e os dois balançaram. Paula fez careta, deu um ai baixinho e por dois segundos relaxou os ataques contra a boceta inimiga mas depois voltou a golpear a periquita como se só tivesse levado uma carícia de Bárbara.

Bárbara fechava as pernas tentando esmagar a mão adversária e isso dificultava o trabalho de Paula, que não conseguia afastar a mão para dar quantidade de movimento ao golpe, como fazia com todas. Ao mesmo tempo, Bárbara monotonamente forçava com os braços as costas de Paula para baixo e sua mão voava contra um dos seios, fazendo-os se chocarem num movimento pendular, e às vezes ainda aproveitando-lhe para puxar-lhes rápida um bico amarronzado.

A luta prosseguia e nenhuma das contendoras caía, espantando as outras que assistiam, pois estavam acostumadas a uma das garotas levar nocaute-na-boceta bem mais rápido. Nenhuma ouvia quando as duas garotas atracadas falavam. Paula suspirou: Porra, tu não cai, Bárbara!... Ao que a outra gemeu: ...Ai!... Não. Que se render, Paulinha?... Paula respondeu Não! Pede água, vai!...

E as duas se afastaram e as garotas não acreditaram. Paula, a eterna vencedora, trocava os passos, parecia quase cair. Bárbara parecia castigada, sem dúvida, mas em pé. Agarraram-se de novo e Paula parecia confirmar seu favoritismo. Parecendo começar a luta naquele momento, conseguiu agarrou a outra pelas costas e, enquanto Bárbara se debatia, a mão de Paula esgueirou-se entre as coxas roliças da loura, pretendendo enfiar-lhe dedos na periquita.

Mas... as forças de Paulinha pareceram dizer tchau. Espantadas, as mulheres viram Bárbara sair da frente e agarrar Paula por trás, fazendo com ela o que a mesma intentara fazer. A mão de Bárbara se dirigiu para o encontro das coxas inimigas. Paula se debatia e...

...e nada. Bárbara não cedeu. Um de seus dedos encontrou-se com a racha de Paula. Outro foi fazer companhia e a inimiga dava gritinhos finos.

E a plateia viu mas demorou um par de segundos para acreditar nos joelhos da campeã que por um segundo se transformaram em geleia e Paula se estendeu, os braços e pernas bem afastados, os seios avermelhados pelos golpes ainda a balançar. Bárbara se ajoelhou com a mão pronta para dar seguidos tapas na xota alourada mas viu que não era necessário. Paula visitava uma terra a qual já fizera tantas garotas visitarem a contragosto: a terra dos sonhos.

Bárbara cuidou da ex-inimiga agora amiga. Acordou-a com água fria, apoiou sua cabeça, passou uma esponja suave na nas castigadas boceta e seios. Paulinha foi uma cavalheira. Suspirou: Pensei que dava para aguentar suas pancadas no meu peito enquanto eu moía tua xereca. Não deu. Bárbara beijou-a e disse Adorei! O fair-play continuou quando Paula, reconhecendo a superioridade da outra, lambeu-a na doce fenda, começando as recompensas que a vencida dá à vencedora.

Foi uma luta da força contra a habilidade. Paulinha acreditava na habilidade, a pancada certa no ponto certo, para conseguir o nocaute-na-boceta. Bárbara por sua vez tinha pouca imaginação e pouco mais fez que aproveitar sua maior força para espancar os seios. E a visão de Paulinha desmaiada serviu como lembrança de que, no boxe erótico, nem sempre a habilidade é que vence. 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Um momento de ousadia

 Foi naquele momento X dos tempos de casado no qual é afundar ou flutuar. E eles decidiram flutuar. Ela: 45 aninhos, engordara exatos três quilos desde que comemorara os 20 – e como era magrinha então, continuava enxutíssima e agora de cabelão na cintura. Ele: Com aquele charme meio grisalho dos homens de 51, a natação e as bicicletas mantinham tudo na linha. A partida da filha única – para doutorado noutro estado e também porque o seu namorado era de lá – os deixara cara a cara um com o outro. No começo, sentiram falta da rotina de ser mamãe e de ser papai. Depois descobriram que aquela nova situação os fazia namorados de novo.

O marido - qual adolescente – pareceu redescobrir que tinha dezesseis centímetros de prazer entre as pernas e passou a utilizá-los com frequência admirável para enfiá-los inteiros na rachadura entre as coxas da esposa e também na sua boquinha – ela se reacostumou a sentir a semente cálida em seus amplos seios e também a invadir sua garganta, a fazê-la quase engasgar.

Muito bom mas não suficiente – descobriram. Sempre fora uma fantasia dele, e ele nem sabia, e também dela, e ela só agora desconfiou. Os dezesseis eram muito bons – mas eram necessários mais. E só se poderia obtê-los em outro.

No começo falavam entre risinhos, mas depois a sério. O marido tomou posição: já que era para comer a mulher dele, não aceitaria menos de vinte centímetros. E mais grosso que ele. A mulher tremeu um pouquinho ao saber das dimensões mas decidiu não ser mole – ela seria uma mulher de verdade, sem medo de tamanhos.

Descobriram o que todo casal descobre – o problema de um segundo falo é que nenhum falo vem sozinho – todos vêm com um cara junto. E achar o cara com o instrumento certo e que não vá dar problema depois é a questão.

Mas quem quer mesmo acha um jeito, e o marido achou – vinte e três anos, desencucado, marca forte de sol de bermuda de surfe, e principalmente – vinte e um centímetros e meio com força total.
O de sempre, noite de quinta, suíte reservada no motel melhor da cidade, o carro do casal a buzinar na porta de república onde o carinha morava, ele desce, jeans surradão e blusa estampada.

No carro, as luzes velozes da BR, dava para ouvir as batidas dos corações dos dois homens, de tão pesadas. Atrás, uma metamorfose – a mulher estava na beira do acidente vascular cerebral – até o garotão entrar. No meio dos trinta e dois minutos da viagem ela já achava o mais normal do universo transar com dois homens – transa-se com um, transa-se com outro – o que tem de mais? Sentia-se feliz de ter tido coragem de usar a cinta-liga por baixo do vestido curtinho, e melhor ainda se tivesse trazido a fio-dental em forma de coração.

E quando saiu do banheiro com a cinta-liga e o sutiã transparente a cena a fez delirar: dois homens, um deles totalmente nu, o outro de cuecas boxer, a esperavam. Ela pensava no que fazer quando a natureza tomou a decisão e fez com que algo que apontava o chão deixasse de fazê-lo, e se voltasse para ela, às golfadas mas com firmeza, até apontar para ela, leve, orgulhoso.

Orgulhoso também ficou o marido com o efeito que sua esposinha causava. A menos de trinta centímetros acompanhou fascinado a transformação.

E seguiu-se o que se esperaria que se seguisse: os vinte e um centímetros e meio afundaram no buraco da mulher casada. Sua larga cabeça forçou a entrada pelo doce túnel, fazendo a proprietária dele torcer-se em quase dor, até render-se de prazer. O falo visitou-a com a dona de quatro, brincando de cavalinho, e até deitada, na posição de fazer filhinhos. E apertado pelo calor molhado da periquita, não resistiu: ondas de iogurte quente cobriram o umbigo dela, a camisinha arrancada no momento exato.

Foi no segundo tempo. Ela voltou da toalete, coração a bater por um segundo assalto na luta, e viu a cena. O garotão, já recuperado da primeira vitória, transformara-se em poste horizontal, pronto para nova briga. Ao lado dele, as mãos do marido em forma de gancho tiravam-se a própria cueca boxer. Mesmo diante do portento que era o garoto, o marido tinha um falo bastante respeitável, pensou ela. Viu os bagos já bem conhecidos balançarem livres.

Por um instante uma ideia lhe passou de que o endurecimento do marido não era aham bem por causa dela. O marido pegou o envelope – era ele quem colocaria a camisinha no rapagão. O coração dela pulou uma batida. O marido tocou o falo do cara – ligeiramente apontando para cima, a cabeça avermelhada. Como quem tem todo o tempo do mundo, em vez de enfiar logo o plástico, o cinquentão passou os dedos pela parte de baixo, como  sentir os vincos por baixo – e , muito natural, muito cuidadoso, e muito macho, beijou o falo do rapaz. E não satisfeito, beijou de novo. E mais em baixo. E em um segundo mais, a esposa não conseguia ver mais as bolas do garoto – pois as mesmas se encontravam nas bochechas de seu esposo.

Em seguida o marido contemplava a cabeça, seus lábios a dois centímetros dela – lábios que beijaram a cabeçona, uma, três, sete vezes – beijos carinhosos e másculos, e que fizeram o garotaço revirar os olhos para o teto, e fizeram a esposa pegar bem feminina na nuca do marido, a fazer-lhe um doce movimento de vaivém, e dando seu apoio de mulher. Com a metade do falo de outro macho enterrado na boca, o marido sorriu com os olhos para a mulher. Isso era amor.

E a mão na nuca foi muito útil quando o jovem principiou a gritar rouco – a esposa não deixou o marido afastar a cabeça enquanto o pouco de falo que restava fora da boca do marido se contraía, e as bochechas deste sentiam a carga. O garotão tirou sua arma meio amolecida, e a esposa com uma mão impelia o ombro do marido para baixo, convidando-o a ficar mais um pouco, e com a outra acariciava-lhe o pescoço e soprava: “engole!” Dois movimentos firmes no gogó do marido e aquele vestígio de amor físico entre machos lhe entrou pelo corpo. Era o fim.

E ao contrário do que ela pensava, depois que deixaram o garotão, riram, brincaram e voltaram até cedo. Saindo de roupão do banho, o guia da TV nas mãos, o marido disse: Ei, hoje vai passar O Poderoso Chefão II! Vamos assistir de novo??

Assistiram. Mas ela mal pôde se concentrar nas estripulias de Dom Corleone. O que ela pensava é quando ela veria de novo a cena – o marido, aquilo tudo, a boca.

Beijos, Beatriz


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Entrevista com Paula, a Lutadora



Como repórter da Revista do Boxe Erótico, a primeira vez que vi Paula Lutadora foi no ringue. Ela terminava a luta com outra mulher quando a vi, ou melhor, mal a vi. A outra fêmea era outra jovem casada, um palmo mais alta e seus cabelos de tamanhaço preto cobriam os alourados-no-pescoço da lutadora com quem eu combinara a entrevista. As duas já tinham conseguido transformar as tangas uma da outra em tiras arrancadas pelo ringue. Se aquilo teria uma vencedora, parecia ser a outra. Lutavam bem juntas – apenas se via de vez em quando um míssil – uma mão - em direção ao meio das coxas da adversária.

Parecia que ia demorar muito – porém mal pisquei e pareceu que os joelhos da outra garota nua bambeavam – ela derreou a cabeça no ombro de Paula como namoradinha e juro que a ouvi suspirar Para, Paulinha, tem pena.

Se houve piedade não sei, só sei que um minuto depois Paula conseguira virar a moça e segurá-la de costas, e alguns de seus dedos desapareciam no triângulo preto que assinalava onde a inimiga era mais mulher, enquanto esta emitia uivinhos finos. E mais metade de outro minuto e Paula sorrindo enchia um baldezinho de água fria – sua parceira, convencida por tantos tapas na boceta e seios, decidira tirar uma soneca.

Depois a garota ainda não se recuperar inteira, mas o suficiente para Paula cobrar o prêmio da vencedora – sentou-se tipo cavalinho na cara da vencida, e a língua dela a fez gozar um par de vezes.

A doce lutadora, a jovem casada Paula não é exatamente um anjinho – vi depois durante a entrevista na qual ela, de sutiã e calcinha e enxugando o cabelo após a ducha, não arredava os olhos do volume da minha tanga masculina, como eu querendo medir os centímetros.

- Paula, é verdade que sua xota está doendo?

- Muito. Está doendo até agora. E meus seios também – e afastou a tanga verde semitransparente e o sutiã para o lado e pude ver impressa na racha da lutadora e nas manchas vermelhas de dedos nos seios as tentativas da pobre vencida.

- É, dá para ver que a outra gata estava mesmo a fim de ganhar. Quando você enfiava os dedos na xereca dela, quando lhe apertava os seios, você tinha pena dela?

- Não, não tive pena. Ela também faria mesmo comigo, se pudesse! Somos nós duas.

- Como você vê o boxe erótico?

- Como uma disputa de feminilidades. Duas mulheres medindo-se e resolvendo qual das duas é a melhor mulher. Por isso, natural que se alveje onde a outra é mais mulher.

- Qual é o momento que você mais gosta?

- Adoro o momento em que a garota ainda tem forças, porém a ideia da derrota começa a rondar a sua linda cabecinha. Isso é o que a perde. É o segredo do boxe erótico – não são as pancadas. Essas são só um meio para meter na cabeça da outra lutadora a ideia de que ela talvez perca. E quando ela começa a pensar que talvez perca, ela já perdeu. Acho lindo quando estou batendo ritmadamente nos seios ou na racha e a cabecinha dela trabalha a mil – sua honra de fêmea lutadora a chamando a lutar até o final e seu corpinho querendo acabar logo aquilo.

- Você tem um estilo de lutar?

- Tenho uma filosofia – gosto de fazer minha adversária sentir apenas a dor que ela precisa sentir, apenas o suficiente para se reconhecer sem forças e se aceitar vencida. Nem mais nem menos.

- E você tem raiva de suas adversárias?

- Oh não. Estamos lá para bater uma na outra. Cada tapa na minha boceta, cada chupão nos meus seios, vejo-os como um presente que ela  me dá, como uma demonstração da força da feminilidade dela. É claro que retribuo e multiplicado! E fazer a outra garota dormir – é um sonho. E ela quer fazer o mesmo comigo!

Perguntei ainda se hoje teria recompensa endurecida com o marido – ela disse talvez sim – mas não tenho dúvidas de que era sim mesmo. Já com o jeans e mini-blusíssima, e com uma última olhada entre minhas coxas, a doce lutadora Paula alçou da mochila e foi aos braços do marido. E eu me pergunto quem será sua próxima nocauteada.

(Escrito para o Anônimo!)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Paula desafia Adriana, a destruidora


Adriana tinha três boas lembranças nessa semana para dizer ao marido – três lutadoras gemendo baixinho, expressando a dor que sentiam em suas bocetas e seios, as três deitadas uma de cada vez no plástico do ringue de boxe erótico. Ganhara por isso o epíteto de “destruidora de rachas” – pois fora isso que fizera com as ditas das que ousaram enfrentá-la.

Ficou surpresa ao ver que uma quarta jovem mulher se dispusera a desafiá-la. Paula era mais baixinha que a alta Adriana, tipo mignon, cabelinho na base do pescoço, ao contrário do cabelão até o meio das costas da adversária. Adriana já antevia uma quarta vítima.

Paula, de topless e calcinha-tanga transparente até a metade, deixando transparecer os pelos alouradinhos, aproximou-se de Adriana no meio do ringue, para darem-se o cumprimento regulamentar, dois beijinhos no rosto e um de língua. Paula acreditava em jogo limpo, e já ia dizer as palavras de lealdade para com a outra: “Que a melhor xoxota vença!” . mas Adriana acreditava no jogo duro e desleal, e antes mesmo que a adversária completasse a palavra “xox...” sua mão de unhas pintadas de marrom transformada em garra imiscuiu-se na calcinha de Paula e não enfiou os dedos na racha úmida da baixinha, mas apertou as bochechas, forte mas não tão forte que não desse para manter uma pressão constante. Paula reconheceu o golpe recebido com um grito de abalar as paredes da academia de lutas eróticas.

Era a tática de Adri. Ela acreditava na deslealdade e na violência como forma de vencer. Logo no início apertava onde a outra era mais mulher, e mantinha a pressão. Aguentava os golpes desesperados da garota tentando sair daquela situação difícil, até que sentia as pancadas dela ficando mais macias, e os músculos da inimiga querendo relaxar. Logo se seguia a queda da moça, e aí era só comemorar.

E estava dando tudo certo para Adriana. Conseguira uma boa pegada na xereca, e Paula parecia não saber como reagir – puxou a tanga de Adriana de forma a transformá-la num fiozinho, que afundou entre os pelos negros da morena – Adriana gritou, mas sabia que mesmo com a dor que sentia, estava ganhando. Paula passou a mão várias vezes na xota de Adriana, que não entendeu o que a adversária fazia – mas puxava e já se considerava vencedora.

Adriana quis dar o nocaute-na-boceta em Paula e afastou as pernas para firmar-se melhor – e nisso sua boceta sentiu uma surpresa – a mão de Paula, com um dos dedos levemente dobrado para penetrar um pouquinho o buraco da adversária – veio com tudo – e a proprietária da boceta atacada não teve outra alternativa senão gritar. Afastou a racha para um lado para evitar outro golpe mas deu azar – Paula planejara o segundo ataque para aquele lado também, e sua mão atingiu a periquita com mais pontaria ainda.

Paula fazia parte de uma nova geração de lutadoras, que acreditava não só no jogo limpo como também na importância de trabalhar os seios da adversária – ao contrário da geração de Adriana, que só pensava em boceta. E era isso que a jovem Paula fazia, após passar a mão na xoxota da outra, tornando-lhe o clitóris durinho, após acertar duas vezes no clitóris de Adriana, agora se concentrava nos seios – dava tapinhas num e noutro seio de Adriana, às vezes segurando-lhe um peito de um lado e batendo no outro – tapinhas não muito fortes mas regulares e constantes.

E a persistência de Paula foi recompensada, pois a mão de Adriana já não conseguia manter a pressão na boceta da outra, por mais que o cérebro mandasse. Os joelhos de Adriana relaxaram e ela caiu no plástico – Paula abriu-lhe as pernas e principiou a dar-lhe tapinhas regulares na xota. Perguntou se a morena se rendia, e esta valentemente disse que não  – porém duas fortes chupadas que Paula deu num e noutro seio convenceram a jovem Adriana que continuar a resistência era sem esperança.

Paula pulou feito louca, os seios balançando, e foi buscar os meios para curtir a vitória – uma cinta e um falo de borracha sobremaneira grande – e telefonar ao marido contando - mas isso já é outra história.

Beijos, Beatriz 

sábado, 1 de setembro de 2012

Não somos profissionais


Que fique claro: não somos profissionais. Gatas, garotas, periguetitas, sei  o que lá. Sabe como é,  as faculdades são tããão carinhas. Temos o suficiente para as coisas supérfluas como faculdade e alimentação, mas e as coisas essenciais da vida como as bolsas de couro le-gí-ti-mo, os jeans de marca colada no bumbum e as bijuterias de trezentos que são moda?

Para resolver isso a gente pega algum coleguinha universitário. O ideal: um cara timidinho, riquinho, longe dos pais. Com jeitinho, a gente convence o cara a comprar uma meia dúzia de presentes para a gente no Eldorado. Depois a gente aham dá dois presentinhos para ele, que tal? Anos mais tarde, quando estiver comendo a esposinha-chata, vai lembrar de mim, Teresa, e de minha amiga lourinha Clélia, a Lilinha, as estudantes do terceiro ano da facu.

Vi que esse esquema dera certo quando aquilo, ao se libertar da sunga branca, deixou de meio-apontar o chão e se ergueu firme, tubo de canalização ao pular sobre o rio. O dono de cara vermelha, a morrer de vergonha-zinha-zinha.

Gustavo, o Gustavinho, perfazia o ideal: cara timidinho, rico, longe dos pais, a vítima perfeita para nós lhe estouramos o limite do cartão de crédito. Mas sabe é como: adoro misturar negócios com fantasia. E dizem que mulheres são sempre rivais. Eu a morena-alta saí da minha cidade-boboca do interior com fama: me chamavam pratinho-de-microondas (de tão rodada) eheheh... sem graça. E Lilinha, o pai dela ainda pensava que a menina era zero (quáquáquá!).

Não é que o pai fosse bobo total. Lilinha ainda era um pedaço pura: seu bumbum redondinho e firme nunca tinha sido usufruído por nenhum rapaz. E eu tinha uma invejinha desse pedaço de virgindade da minha amiga, e me propus a tirá-lo. Já tinha tentado um par de vezes e a danada sempre escapava.

Com Gustavinho percebi a chance. Já na toalete do shopping tinha chamado a atenção dela para o jeans apertadésimo. Disse que aquela segunda pele podia tentar o menino a ideias outras. “Nunca” – disse ela arrebitando e se dando duas palmadinhas. “Isso é meu!” De qualquer forma o assunto estava posto. Etapa um.

A etapa dois começou quando aquilo, ao se libertar da sunga branca, deixou de meio-apontar o chão e se ergueu firme, tubo de canalização a pular sobre o rio. O dono de cara vermelha, a morrer de vergonha-zinha-zinha.

Lilinha gosta sempre de ser a primeira a dar seu amor-em-troca-de-presentes para o garoto. Deitou-se de costas no camão redondo, a tanga azul-forte voou, trouxe a camiseta para dentro mostrando os bicos rosados durinhos, e deslizou as coxas pela cama. O triângulo lourinho ofereceu um lindo risco de rubis. 

O cordão de ouro com pingente se inclinou quando o menino baixou seu metro-e-oitenta-e sete sobre os um e cinquenta e cinco da minha amiguinha. Brilhantes pela tensão e pela borracha, os quase-vinte centímetros desapareceram um após o outro engolidos pela florestinha loura, a minha amiga a miar retesando-se como gata. O garoto não sentia dor mas gemia. Apoteose do amor físico – dois que não se amam mas se comem.

Belo porém convencional. Dizem que todo mundo tem um diabinho e anjinho e resolvi ser a diabinha do rapaz, e sussurrei no ouvido dele se ele não queria aproveitar a ocasião e – e os olhos dele brilhando me deram a resposta. Fui também o diabinho dela. Disse que iria adorar. Que eu já experimentara várias vezes, e era um sonho. Que essa experiência é que transforma uma menina numa mulher. Vi o anjinho e diabinho lutando nas pupilas azulíssimas dela, e o pobre anjinho lambeu a lona quando dei o golpe: “É mais gostoso que pela boceta”.

“Jura!?” – disse ela. E comecei o trabalho de virar os seios e coxas e tudo o mais da garota, com a alegre ajuda do rapaz, até que aquilo tudo amassou o lençol e nós só víamos o seu corpo cheio de curvas, completamente mulher, pelas costas.

Era agora. Passei o creme para os dedos nervosos de Gustavinho colocarem no lugar certo, dedos nervosos e que não tiveram pena de desperdiçar. Quanto aos meus dedos, eles se esgueiraram e encontraram o delicado grelo da minha amiga, já quente de tanto devorar falo, e fez círculos graduais. Experiência: sempre bom dedilhar a fêmea para ela sentir prazer suficiente para não desistir.

Gustavinho não é uma cobra cascavel, é um excelente moço, mas tem algo em comum com uma: é brilhante e tem a cabeça bem mais larga que o corpo. Era isso tudo que tentava invadir o corpo de uma jovem apelidada Lilinha. Esta se entregara, a cabecinha de lado meio afundada no travesseiro, e curti bem o momento em que a cobra em meio a um ou outro pelo lourinho intentou uma, intentou duas, três. O bumbum da moça resistia bravamente à doce invasão. Eu passei a mão nos bicos-mais-que-durinhos da moça, mandei o gato segurar na cintura da gatinha, ordenei o ataque.

E vi aquilo tudo afundar, cabeça e resto, devagar mas com constância. Ainda lembro com delícia dos três gritinhos de quase furar ouvido que Lilinha deu bem nos meus tímpanos. Ouvi mais aos longe os gritos roucos do Gustavinho , que celebravam aos vinte dois anitos um dos feitos máximos de um homem, curtir o bumbum de uma mulher, de seus vinte e um. Um par de ondas de tremor percorreu o corpo da minha amiga. Perguntei se ela queria a retirada do invasor.

“Pooorra não, vamos até o fim agora Taquipariu dói  e é bom pra caralho”. Diante dessa licença dei o sinal e Gustavinho fez seu serviço de macho, retirou e meteu. A situação bem encaminhada, retirei-me para ver como cinema. E foi um filme saboroso. Após uns minutos o bumbum de minha amiga cansado de lutar relaxou, e o falo do rapaz deslizava como na linda fenda de uma dama experiente já com o terceiro amigo numa festa de troca de casais. Os gritos dos dois se ritmavam, abalavam as paredes em um coro romàntico.

E em um desses gritos Gustavinho revirou os olhos, ainda deu tempo de eu lhe arrancar o plástico e os jatos de seu delicado iogurte, por incrível, atingiram mais os cabelos que as costas da jovem, masculinidade pura.

Lilinha disse que adorou, a farrinha e os presentes. Só ficou zangadinha quando eu disse que nunca tinha feito, eu era virgem por trás – mas agora ela é não mais o era. Quis me dar uns tapas mas eu corri para longe. Não sou boba.

Beijos, Beatriz

sábado, 3 de dezembro de 2011

Campeonatinho erótico

Começou como fantasia de namorados, maridos e noivos, mas logo ficou claro que eles só atrapalhavam. Sonho simples – ver mulheres lutando, ver as suas mulheres a lutar. Mas descobriu-se que a presença deles inibia – e não acontecia luta alguma. As fêmeas queriam ( a sensualidade e a agressividade dando gritos) , algumas desistiram, outras quiseram ver como era, e acabou acontecendo sem homem nenhum. Entre gargalhadas e algum receio, Teresa, Patrícia, a Patí, Lucíola, Manuela, a Manuzinha, Bárbara, Rosa, a Rorô e Raeka iriam medir suas forças num campeonatinho semi-erótico.

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Primeira regra: machos nem pensar. Que ficassem em casa namorando cada um com sua mão, imaginando o que acontecia. Segunda regra, tapetes acolchoados no chão. A vitória se obtinha fazendo a parceira ficar o mais desconfortável possível – pregando-a contra o chão, apertando-a até que perdesse as esperanças de virar o jogo. Golpes nos seios eram permitidos, desde que aplicados com os próprios seios da atacante – depois que ficou claro que nenhuma tinha silicone! Assim como puxadas na tanga.

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Porta trancada, chão forrado, as fêmeas se vestiram para a luta, ou se despiram – ficara combinado que para facilitar os golpes elas só teriam pequenas tangas a cobrir seus corpos – e dezesseis seios jovens dançavam no afã de tirar saias e bermudas. Tinha de tudo – desde quem casara zerada até quem topava todas. Quem perdesse saía, até que só restasse uma. Tiraram a sorte.

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Os deuses e deusas do erotismo fizeram uma brincadeira com as moças, pois na sorte saíram Sônia, a Soninha, e Lucíola, as duas únicas do grupo que gostavam só de mulher. Elas provocavam antes dizendo que ia ter uma final Lés, mas agora uma iria ter de derrubar a outra logo no começo. Mais do que lésbicas, as duas eram namoradas.

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As outras se sentaram em círculo e contaram até três e as duas se aproximaram. Lucíola era uma das que estavam menos vestidas – junto com Patí e Raeka, a parte de trás de sua tanga não passava de um fiozinho. Os bicos grandes de Soninha balançavam em frente a ela, Soninha indecisa de que era vero mesmo que iria lutar com quem um par de horas estava amando – as duas tinham passado a noite juntas – mas um empurrão da amiga lhe mostrou que era sério. Abraçaram-se, a mão direita de Soninha tentou agarrar o fiozinho da amante para puxá-lo. Em troca, Lucíola apertou-lhe o tronco com as duas mãos. As duas gritaram juntas e se soltaram.

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Soninha levantou os braços e Lucíola topou o desafio e levantou os seus também – os seios de Soninha tinham quase o dobro do tamanho dos da amiga, o que a tornava a favorita. Os bicos se encontraram e os rostinhos das duas fizeram caretinha. As moças afastaram-se e em admirável sincronia chocaram peito-com-peito de novo, até que Soninha , que já emitira três gemidinhos de dor, derreou sua cabeça sobre o ombro da amiga e suspirou Ai meus peitos e se rendeu.

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A segunda luta foi de contraste puro – Rorô era a mais fofinha, e uns quinze quilinhos a menos não lhe cairiam mal. E Teresa era magra e espigada, o que era enfatizado por sua tanguinha enfiada. Três segundos depois que as duas se atracaram Rorô confirmava seu favoritismo, e ela amassava com seus pneuzinhos o corpo da outra, ainda mais que com seus pés procurava envolver os tornozelos da morena, para impedi-la de poder ficar por cima. Teresa tentava derrubar sua adversária mas esta com grande esforço conseguia debelar. Rorô bufava com o esforço de se manter por cima. E quando as outras esperavam a rendição de Teresa, esta agarrou os pulsos de Rorô e os puxou, fazendo sua adversária ficar em forma de cruz. Rorô se deixou levar e ficou clara a tática de Teresa – ela cansara sua adversária e esperara o momento certo. Após impedir os movimentos da outra, venceu a amiga.

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Manuzinha, a novata de cabelos encaracolados, entrou indecisa se devia levar a sério ou não, mas Patí veio decidida e sua mão amassou a frente da tanga da adversária e a puxou, mostrando os pelinhos louros que apareciam na medida em que a tanguinha afundava no corpo. Manuzinha chocou as mãos espalmadas no bumbum desprotegido e claro de Patí deixando grandes manchas vermelhas. A vitória era para ser conseguida menos causando dor e mais tornando a adversária desconfortável e desanimada – e Patí aguentou firme as pancadas e fez Manuzinha bem desconfortável – até que a encaracolada se rendeu.

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A última luta da rodada foi diferente – Raeka era uma paraense filha de índio e Bárbara se denominava Bárbara Afro e se orgulhava de sua bela e uniforme pele negra. As duas guerreiras se atracaram no centro do acolchoado, Raeka abraçou com força a outra e recebeu o aperto de volta, mas em três minutos a beleza negra conseguira deitá-la no chão de bruços. Bárbara se sentou em cima da outra, aguentando as tentativas de Raeka de virar o jogo mas a posição não ajudava a guerreira índia. O bumbum exposto da índia convidava aos golpes das mãos espalmadas de Bárbara – e esta não se conteve e cobriu de pancadas o bumbum esquerdo e direito da garota. Raeka mostrou extraordinária coragem em aguentar o castigo mas relaxou, vencida.

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Na primeira luta depois que todas já tinham trocado golpes Lucíola veio confiante em vencer Teresa e para tanto agarrou a frente da tanga azul da morena, porém não conseguiu agarrar bem e só uma das bochechas da boceta da amiga ficou descoberta, e o puxão que deu não fez os efeitos que poderia. Beneficiada pelo erro da outra, Teresa abriu as mãos e apertou o tronco da amiga, como que querendo amassá-la e fez isso de forma que as pontas de seus dedos pressionassem as laterais dos seios da gata lésbica. Esta quis aguentar a dor mas emitiu três gritinhos, sendo o terceiro Chega! Para! Você ganhou!

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Raeka vendera caro a sua derrota e Bárbara, que a vencera, bufava até quando voltou ao ringue com Patí, que espertamente não deixou de se aproveitar do cansaço da amiga. Bárbara bravamente tentou atacar os seios de Patí mas em dois minutos as pernas lhe tremiam, e em mais um a alourada a pressionava contra o acolchoado, e em mais um Patí lhe puxava os pulsos, de forma que os braços de Bárbara se cruzavam sobre o peito dela mesma, pressionando os seios da beleza negra. Esse golpe nos seios era permitido – usar o próprio corpo da outra para bater-lhe no peito. Bárbara se debatia mas a outra lhe puxou os braços com persistência para pressionar-lhe os peitos – até que a jovem negra relaxou derrotada.

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As outras seis, sentindo doces dorzinhas diminuindo aos poucos nos seios e bumbuns se aprestaram a ver a luta decisiva. A esperta Patí era a favorita. Era ágil e sabia explorar bem os problemas da adversária. Mas a morena Teresa era inteligente e sempre podia surpreender. Assim não foi surpresa quando Patí tomando as iniciativas chocou os bicos rosados de exatos quatro centímetros de diâmetro contra os morenos da outra, que levou a pior no choque e recuou dando um gritinho ooouu. Patí espalmou a mão e esmagou o bumbum esquerdo, depois o direito, da amiga. Para liquidar a fatura, Patí puxou a tanga da outra, no golpe que sempre fazia. Teresa duplicou os olhos de tamanho e derreou sua cabeça no ombro da outra.

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As garotas esperavam o pedido de rendição de Teresa para qualquer momento, e acharam incrível quando esta encontrou forças em algum lugar e puxou o fio da tanga da amiga, não pela frente, como geralmente se fazia, mas por trás, enquanto com o outro braço envolvia a sua adversária pressionado o peito contra o dela. E por essa mão e envolvendo o tornozelo da outra com o pé derrubou as duas. Quando as duas já deitadas se jogaram uma contra a outra Teresa foi mais rápida e procurou não os seios ou o bumbum de Patí mas os pulsos, dos quais um ela agarrou, enquanto fazia ganchos com seus pés e envolvia os pés da outra, o que tornou mais fácil ficar por cima da loura que se debatia.

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Teresa com o polegar da mão direita apertava o meio do pulso da amiga contra o acolchoado, tirando quase toda a força de sua mão. Patí, descobrindo subitamente que estava numa situação difícil, movia a sua outra mão, tentando pegar a mão da outra, enquanto Teresa procurava também agarrar-lhe o pulso. Patí dava gritinhos finos, fazendo corinho com os suspiros mais graves da outra. As pernas de Teresa já envolviam as de Patí, diminuindo muito a envergadura dos esforços da outra de sair de baixo.

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Os rostos das duas afundavam nos cabelos da outra, cada uma a sentir o perfume bem feminino misturado com um doce suor. Os seios, encostados diretamente uns nos outros, transmitiam as batidas aceleradas dos dois corações. A vitória seria daquela que aguentasse mais.

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E pareceu definir-se quem seria quando Teresa sentiu os braços da amiga relaxarem. A doce Patí parecia ter vontade de lutar, mas seu corpinho de um e sessenta centímetros parecia se recusar. Teresa aproveitando-se puxou os dois braços da amiga pelos pulsos, para cima, e Patí se deixou levar, quase sem resistir, apenas dando uns aiiis fininhos. Teresa puxou os braços da outra em toda a sua extensão e esperou. A lourinha tentou mexer a cintura, deu quatro gritos como protestando contra a derrota, e seus músculos, até então retesados, relaxaram. Teresa perguntou como é que era, e Patí disse Perdi. Não consigo mais. Você venceu.

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Os seios de Teresa apesar de pequenos balançaram lindamente quando ela deu um pulo e um uivinho a celebrar a vitória. As outras a abraçaram para cumprimentar. E a melhor parte foi quando Patí, de quatro, sua língua se imiscuiu entre o fiozinho da tanga e os pelos da campeã. Esse troféu não estava previsto – mas quem vai negar prêmios à vencedora?

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E os maridos e namorados que imaginassem depois.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Fim de luta



- Se rende?

- Não. Nem a pau!...

Os bicos muito escuros com seus exatos três centímetros e meio dos seios de Veridiana dançavam, sua dança diminuída pela força da adversária por cima dela. As mãos de Marizilda pregavam as suas contra o acolchoado que as duas tinham colocado juntas antes da luta, quando, cada uma confiante em derrotar a rival, haviam-se dito que a outra deveria sofrer era das pancadas que levaria, e não de ralar contra o chão. Os polegares da jovem e branca e nua Marizilda esmagavam as veias do centro do pulso de sua adversária, que fazia esforços de tirar as mãos dessa tirania, mas só conseguia movê-las sem potência, os cinquenta quilos da adversária impedindo que saísse da armadilha.

Os seios da jovem Veridiana, apesar de morenos, mostravas as marcas dos golpes que as duas jovens trocavam fazia nove minutos. Não só arfavam, mostrando o cansaço da luta, como mostravam as marcas de dedos, mostrando que sua adversária não descurara de atingi-los, no fragor da batalha. Os seios muito brancos de Marizilda, balançando suavemente pois ela se encontrava por cima, mostravam além dos bicos cor de rosa as manchas avermelhadas dos agarrados e puxões que sua adversária lhes proporcionara.

-... nem a pau!...

Ao receber a recusa Marizilda ficou indecisa – conseguira cansar e dominar a outra garota, mas Veridiana era três centímetros mais alta e tinha os bíceps mais largos, assim, se ela desse à morena tempo para respirar, a outra poderia virar o jogo e em um minuto Marizilda era quem ficaria por baixo, dominada. Teve uma ideia: aproximou os lábios de um bicão escuro e principiou a chupar, não com a delicadeza de um namorado mas como quem quer tirar leite, com força, principiando por engolir o biquinho, depois o bico, depois o peito. Mas não saiu leite algum. Apenas dois gritos metálicos atravessaram o quarto em que as duas tinham se trancado prometendo não sair sem ficar decidido quem era a melhor. Veridiana se contorcia pela dor e pela vontade de sair da armadilha, seu rostinho se contraía e fechava os olhos muito escuros, mas não conseguia sair de baixo da amiga.

- Se rende agora?
- Ai!... oh!... não...

E Marizilda largou o bico esquerdo, sua vítima, e aproximou a boca da próxima, o direito, mas mal começara seu trabalho quando sentiu o corpo da outra, até então contraído e suado, relaxar inteiro.

- Para, Marizilda, eu me rendo. Não aguento mais.

A alourada Marizilda teve vontade de dar pulos. Ela já apanhara duas vezes de Veridiana. Era a primeira vez que conseguia derrotar a morena.

- Se reconhece vencida?
- Sim, me reconheço. Perdi a luta.
- Você queria ganhar?
- Sim, mas não tenho mais esperanças. Para de brigar.

Marizilda largou sua vítima, levantou-lhe um joelho, levantou uma mão e abriu um sorriso – fazendo pose para uma plateia invisível. O prazer de vencer.

Só então sentia que seus seios e sua doce e loura racha também doíam. A outra vendera caro a derrota.

Deitou-se de lado, curtindo o corpo estendido da vencida.

Que era um belo corpo. Veridiana, apesar de morena, trazia bem visíveis as marcas da tanga. Os dedos da alourada percorriam o limite em que a carne bronzeada se encontrava com a carne branca.

- Parabéns. Você estava invencível hoje. Na revanche vou te dar de volta tudo o que você me deu e ainda mais.
- À vontade, querida, sempre que quiser apanhar de novo. Adorei apertar teus seios e bater na tua boceta.

Os dedos de Marizilda chegaram ao lugar onde a marca da tanga se encontrava com o encontro das duas coxas. A jovem vencedora sentia a sua própria racha docemente umedecer-se desse passeio das mãos e pela visão do corpo da perdedora. Dizendo-se que quem perde tem mais é que aguentar, os dedos saíram do limite da tanga e atingiram a flor muito negra entre as coxas da outra. A outra fechou os olhos.

Em meio minuto algo úmido ergueu a pontinha entre a floresta de pelos negros – o clitóris da jovem Veridiana, estimulado pelas pontas dos dedos, reagia. Marizilda achou engraçado como ela conseguia dar prazer à outra garota, assim como minutos antes causara dor. Veridiana se ergueu nos cotovelos.

- Quero premiar a vencedora.

Foi a vez do clitóris de Marizilda mostrar sua pontinha entre os pelinhos louros. Veridiana estendeu a pontinha da língua, e quando uma pontinha se encostou na outra, a cabeça de Marizilda deu duas voltas.

À propósito, as duas tinham disputado um namorado. Agora completamente esquecido. Só queriam saber de premiar-se.

sábado, 13 de novembro de 2010

Começou como brincadeira

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Começou como brincadeira. E continuou como brincadeira. Nos fundos da academia de taekwondo, depois dos pontapés e hematomas, longe de olhares de homens, aliás longe dos quaisquer olhares, ninguém lembra quem teve a idéia de ficar só de calcinha e convidar alguma outra para uma briguinha-de-mentirinha – aliviada pelos acolchoados pelo chão e pelo fato de ser de mentirinha. Uma dava uma surra-de-mentirinha na outra e a perdedora-de-mentirinha gritava “Pára, pelamordeDeus, tem piedade! Eu faço tudo o que você quiser!” entre as gargalhadas próprias e das outras.

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Claro, nessas lutinhas rolava muita mão e coxa de mulher em lugares que a Nossa Santa Sociedade afirma que só deve rolar mão de macho. Mas eu tenho a filosofia: uma mulher está a fazer amor com outra mulher? Então as duas gostam de menina. Não estão fazendo? Então nenhuma das duas merece o esquisito nome de lés-bi-ca, por mais que pareçam estar fazendo.

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Tatiana, a Tatí, não era muito temida no Taekwondo mesmo, ela geralmente apanhava. Mas nas briguinhas era outra o assunto. Já eram conhecidas as calcinhas mais-para-tanga quase transparentes que apareciam quando ela abria o quimono quando surgia a idéia das lutinhas. Se eu achava esquisito? E quem sou eu para julgar a calcinha dos outros? E na saída muitas de nós éramos esperadas por maridos, namorados, noivos, até especiais amigos. Mas ninguém nunca se lembrou de ter visto Tatí desfilando com um ser de cueca ao lado. Isso gerava as conversas, será que ela é, como a cabeleira do Zezé? Olha, eu sou hiper-super-extra-de-esquerda-libertaríssima, votei no Plínio e adorei a propaganda de certo partido em que aparecia um casal gay. Se ela é ou não é, tou nem aí, como diz a canção boba.

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Eu ria a valer tomando uma Coca Zero e vendo uma engenheira casada de topless e uma acadêmica de psicologia com um conjuntinho sutiã-calcinha da Capricho no auge de uma lutinha, uma querendo esmagar os peitos da outra com os próprios, cada uma rindo e gemendo em proporção inversa à dor que sentiam. E veio Tatí, tanguinha de asa alta e bicos um tanto duros e róseos, querendo briga. Eram nove horas, academia esvaziando. Se fosse no dia anterior, seria diferente – meu namorado me esperara para conhecer motelzinho novo e senti a sua rigidez dentro de meu corpo durante duas horas e catorze minutos, com pouquinhos intervalos – é isso mesmo, meninos, se alguém pensava que eu tinha preservado minha pureza para você, pode tirar o cavalinho. É a vida, dura e cruel. E depois de uma noitada daquela, queria dar um intervalo em homem. Topei. Tatí cabelos estaqueados pretos na altura do ombro propôs que a vencida pagasse uma prenda, surpresa, no final. Topei, de novo. Não estava a fim de perder.

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Quase mudei de idéia na hora do acolchoado mesmo quando vi Tatí inteirinha, os amplos seios com uma marca bem definida de sutiã de biquíni pequenininho, os pés nus. Ela tinha uma tática vencedora: com prêmio de paciência, conseguia tirar a calcinha da adversária. E dava um jeito de encaixar as coxas na coxas da outra, até que encostava seus pelos levemente cor castanha nos pelos da outra. Aí era batata: Tatí sempre conseguia que a outra gozasse antes. Enquanto a adversária relaxava, avassalada pelas ondas de prazer, Tatí pulava sobre ela, apoiava os braços nos seios da outra equilibrando seu peso sobre os coitadinhos – e a dona dos ditos cujos pedia arrego.

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Estava decidida a não deixar Tatí usar essa estratégia e quando encontrei o corpo e senti o perfume de lavanda dos cabelos de minha adversária, deixei minha mão esquerda deslizar pelos pelinhos de sua coxa e encontrar a pecinha de poliamida verde que mal escondia o lugar onde minha amiga era mais mulher. Sem nenhum vestígio de piedade amassei o pano, transformei-o em tirinha e o puxei. Tatí piscou duas vezes e suspirou um par de ais, e confesso sem nenhuma vergonha que curti a dorzinha dela.

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Que não estava galinha-morta. Como vingança, Tatí cruzou os braços e pressionou-os contra meu peito, de forma que quanto mais eu a puxava, mais dor eu sentia. Acabei largando a tanguinha. Eu pensava num refresco mas Tatí transformou suas pernas em laço e me derrubou. Antes que pudesse pensar ela estava por cima de mim e senti algo áspero – eram os pelos de minha amiga, que como um raio jogara a tanga longe.

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Eu sabia a tática dela e estava decidida a não permitir, mas numa luta uma coisa é querer e outra é conseguir. Tatí conseguiu frustrar meus esforços de ficar por cima dela, e com uma mão livre conseguiu com paciência arrastar minha calcinha para o meio da coxa, depois para o joelho. Vendo que eu não conseguia mesmo impedir, decidi lutar como ele queria, e seja o que Deus quiser.

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- Vamos esfregar as xotas, Tatí.

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- Tudo bem – e me viu tirar a verde calcinha-tanga.

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Quando as duas que iam se encontrar se encontraram, senti por que Tatí ganhava sempre. Ela era quentinha, úmida como o colo de mamãe. Dava vontade de ficar ali para sempre. Mas eu sabia que aquela delícia era armadilha. Segurei um tornozelo dela e usando aquele apoio eu esfregava o mais rápido que podia, tentando forçar a boceta da minha amiga a gozar. Tatí era muito mais calma, e esfregava lento e ritmado, pressionando o corpo contra o meu, em contraste com meus movimentos afobadinhos.

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- Não vale, Tatí. Você tem experiência com mulher.

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- Descobriu minha arma secreta? – e riu sem parar de esfregar.

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Pensei em salgadinhos de rodoviária, pensei em discursos do ministro dos transportes, pensei até na careca de certo candidato derrotado. Pensei nas coisas mais sem graça que conheço mas não deu: sentia cada vez mais definida a fenda de minha amiga, e agora as duas já deslizavam uma na outra, as duas ensopadas de mel-de-mulher. Uma onda passou relaxando minhas coxas e uma gatinha lá perto miou duas vezes – e senti que o miado era meu. A danada conseguira fazer a minha gozar. Como raio Tatí cresceu por cima – eu instintivamente cobri meus bicos com os braços – mas aprendi da pior forma como é difícil fazer força quando se está gozando. Tatí conseguiu afastar um de meus braços e expôs um de meus pobres seios – que logo foi coberto pelo antebraço de minha adversária, que logo depois fez o mesmo com o outro e ficou apoiada só nas pontas dos pés e nos meus pobrezinhos, que sentiram o quanto pode ser pesada metade do peso de uma mulher de cinqüenta e três quilos.

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- Chega, Tatí. Perdi. Não agüento mais.

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Tatí desabou sobre mim rindo, os seios em cheio nos meus, me fazendo sentir os bicos rígidos.

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- Ufa garota, esse foi difícil! Desculpa a dor, tá?! – e era ria como ganhador de Mega-sena.

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- Não tem que se desculpar, disse eu tirando os seus cabelos que caíram sobre minha boca e sentindo meus seios latejarem docemente. – É luta. Vou fazer o mesmo com você na próxima.

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- Elas já devem ter te falado que eu gosto de mulher, não é? – disse mordendo o lábio, de súbito tímida.

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- E eu sou vascaína. Vamos, mulher, não quero saber da tua vida pessoal. Diz logo essa prenda que eu devo pagar.

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A essa altura só havia nós duas. Tatí me levou pela mão para um banquinho, sentou, me fez ajoelhar em frente a ela. Eu louca para saber o que eu devia fazer pela vencedora.

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Adivinha – disse, e afastou as coxas o mais que pôde.

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Adivinhei.

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Beijos, Bia

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Uma luta entre duas dondocas

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Késsia era filha de fazendeiro. Liane era filha de especulador. O pai de Késsia vivia em Dubai ou Hong Kong, sabe-se lá com qual loura escort de alto nível. A mãe de Liane depois do terceiro casamento namorava um garotão ex-sargento dos bombeiros. Késsia há três anos repetia a segunda série por falta. Liane era mais honesta: decidira oficialmente que fazer compras era muito mais interessante que geometria, e parara na terceira. E ambas tinham mais de dezenove anos de idade cada uma e tinham, portanto, idade de ser universitárias. Titias pressurosas tinham desistido: as duas moças eram filhinhas de papai rico vagabundas consumadas. Caso perdido.

Perdido não: a Késsia de cabelos pretos filha de fazendeiro e a Liane loura filha de vendedor de dinheiro tinham rotina puxada: dormir a manhã toda, fazer os cabelos e malhar na Jolly Fitness à tarde, combinar com amigas e amigos uma saída para a noite, atacar uma butique de shopping e dançar bate-estaca até às quatro da matina, que ninguém é de ferro e a vida é dura. Tanto Késsia como Liane já tinham agasalhado rígidos falos de namoradinhos entre as coxas, pois decidiram muito cedo que ser dodoca, usar Louis Vuitton e ser zero-quilômetro não tem graça nenhuma. Namoradinhos: os corpinhos magros e malhados e a conta bancária dos papitos garantia sempre interessados. E nada disso significava que fossem muito amigas – vivia uma tentando ganhar da outra – em namorados, em brilho nas festas, em tamanho de decote.
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Um dia Késsia e Liane acordaram às quatro da tarde, Késsia no quarto de Liane, do tamanho de três apartamentos da Cohab. Acordaram quase nuas, de tanguinhas bem entradas. Késsia acordou com raiva do mundo. E mais ainda quando ouviu:

- O Bruno de ontem tem dezoito centímetros, tamanho largo. Dizem. Vou namorar ele. Tou a fim. Vou comprar borrachudas tamanho extra...
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Késsia mal lembrava do Bruno de ontem de ou de qualquer dia, mas toda a raiva arranjou um objeto. Meio-dormindo falou:
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- Vai porra nenhuma. Ele é meu. Aperto tua xota que tu sai chorando.
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- Tá me desafiando?? – e Késsia viu Liane ficar em pé, os cabelos escorridos sobre os ombros, com só um triangulozinho de tecido semitransparente verde entre as pernas da moça a separá-la na nudez total.
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- Estou! – e Késsia se levantou e foi vez de Liane ver os cabelos encaracolados de Késsia e a tanguinha preta a se confundir com o preto da boceta à qual protegia. – e se jogou sobre a amiga, a tentar segurar-lhe os braços.
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Foi quando a jovem Késsia sentiu um ventinho: num pedaço de segundo, Liane com a mão em gancho afastara a tanga de Késsia e soltara seu joelho como um míssil direto na rachadura entre as pernas da garota. A ponta do joelho ainda roçara nos pelos da morena – mais um par de centímetros e Késsia estaria rolando de dor no chão.
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Késsia até o momento pensara que era meio brincadeira, mas decidiu que não era e agora era a vez dela. Foi a vez de Liane receber o petardo da joelhada da amiga, que só não pegou em cheio porque Liane se moveu no último instante e o golpe pegou mais sua coxa que sua boceta.
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Liane e Késsia se agarraram pela cintura e se aproximaram, roçando os bicos dos seios, uma a tentar forçar a outra a abrir as pernas o suficiente para acertar a joelhada na periquita. A luta agora era franca e as duas estavam conscientes que só uma das duas ficaria de pé. As duas tentavam acertar as coxas uma da outra e diziam uma da outra o que pensavam:
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- Cadela.
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- Cachorra.
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- Piranha.
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- Toma, vagabunda.
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Nenhuma conseguiu vantagem, e as duas respirando ar pesado de cansaço, pararam abraçadas, numa trégua, mas sem amor nesse abraço. Liane espalmou a mão direita e bateu com ela bem aberta no bumbum bronzeado da adversária, deixando cada um dos cinco dedos a sua marca. Késsia deu gritou fino e retribuiu, e foi a vez do bumbum de Liane receber todo o impacto da mão da outra. As duas batiam com toda a força alternadamente. A tática era que fazer com que os músculos da outra não agüentassem mais e relaxassem de tanta pancada, e cedessem. As duas encostavam no rosto uma no ombro da outra, as duas decididas a ganhar.
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- Putaquepariu – disse Liane, e com isso ela queria dizer “ai, que dor!”
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Mais dois ou três golpes e foi a vez da jovem Késsia dizer:
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- Putaquepariu – e com isso ela expressava que a luta estava difícil para ela também.
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O joelho direito de Késsia fraquejou mas sua rival nem pode comemorar pois os seus joelhos dobraram um pedaço de segundo depois, e as duas jovens caíram. Mas Késsia estava decidida a vencer de pé, no chão, de qualquer jeito, e fez as mãos em garra e tirou a própria tanga e antes que se passasse um segundo um dos bicos de Liane e um grande pedaço do seu seio estava dentro da boca de Késsia, que o chupava como a puxá-lo fora, nada parecido com os beijinhos que namorados já lhe tinham dado. Liane querendo equilibrar a disputa procurou o peito de Késsia e também o chupou.
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As duas moças no chão faziam uma à outra retorcer de dor, uma decidida a só largar o peito da outra depois que a outra estivesse vencida. Só então Liane entendeu a tática de Késsia – esta tirara a tanga, afastara bem as pernas e tocava uma siririca – dando-se prazer e se consolando da dor que sentia no bico chupado. Liane arrancou sua própria tanga e seus dedos procuraram a própria racha úmida, para também se consolar.
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Késsia procurou diversificar seus golpes, dando chupões alternados em cada um dos seios de Liane, enquanto esta, menos imaginativa, se concentrava num só da amiga. Mas Liane era valente: chupo o quanto pôde até que não teve mais forças para chupar, nem para mais nada. Largou o seio da amiga. Viu Késsia dolorida mas ainda disposta para a luta, chupando-lhe alternadamente cada um dos bicos. E deitou de costas, sem forças. Continuar a briga seria só apanhar, sem esperança de virar o jogo.
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- Chega, garota. Não agüento mais. Perdi.
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E viu Késsia dar dois pulos, os seios avermelhados dançando feito loucos, o braço erguido em sinal de vitória.
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E Késsia via o corpo da adversária vencida, os seios doloridos, os pelos da boceta loura balançando ao vento do ar condicionado. E achou a vitória maaaravilhosa. E não sabia o que fazer com a perdedora. Nem se lembrava mais por que tinha começado, mas estava adorando o final. E antes que pensasse mais, decidiu num meio de comemorar a vitória: sentou-se sobre a cara da adversária, de forma que o nariz da outra encaixou bem entre suas coxas.
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Continuou a fazer sinais de vitória até que sentiu sensação maravilhosa – era a língua de Liane, que suave lhe lambia os pelos negros, a suave rachadura entre eles. Divertida a princípio, em meia dúzia de segundos Késsia se deixou derreter, e seu néctar de amor escorreu doce sobre o nariz e as bochechas de Liane, que nem por isso parou. Késsia reparou no corpo da outra – a cintura fina, os quadris largos, a tira de pelos louros guarnecendo a boceta, e sentiu pela primeira vez o que nunca sentira, tesão por outra mulher. Para Késsia, era a descoberta de um novo mundo, maravilhoso.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Uma luta entre duas garotas de programa

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Adriana e Karla vieram do interior para fazer faculdade na capital. O dinheiro não faltava mas também estava bem longe de sobrar. Adriana cabelos longos-e-encaracolados não era candidata à canonização – sua suave xoxota já tinha sido romanticamente penetrada tempos atrás por um priminho em segundo grau às margens do Paraibuna. A candidatura a santa de Karla também era muito improvável – ela tirara uma calcinha verde-desbotada para um amiguinho num motel de nome idiota chamado Styllus, na beira da BR.

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Adriana era saideira – ia para uma festinha, sempre conhecia um carinha, e muitas vezes rolava um motelzinho – sempre com a borrachuda, que ela era uma moça consciente. E um dia teve uma idéia – por que não pedir uma grana? E acabou sendo segunda-namorada – sabendo que o era – do filho do dono da fábrica de plásticos. O cara era sincero – tinha de casar com a namorada chata – questão de troca de ações e debêntures, sogro rico-de-podre, etc. Mas queria continuar com ela também, para finalidades de cama. O cara era generoso - fazia questão de ficar com os carnês da faculdade e do aluguel, e ainda uma conta corrente numa butique de shopping – tudo em troca de umas puladinhas numa cama redonda de motel a cada quinze dias, e da boca fechada. Adriana também foi sincera – disse que não podia prometer exclusividade total. E toparam.

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Diante do exemplo da amiga, Karla também achou a sua boca, mais conservadora: um médico-e-fazendeiro, senhor muito educado, que vinha todos os meses resolver negócios de arroba de gado e esquecer as mágoas do casamento chato entre as perninhas docemente abertas da jovem amante. Esse depositava todo mês na conta dela uma graninha que podia manter umas três Karlas.

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Em suma, Adriana e Karla se tinham tornado umas doces, suaves e lindas putinhas. E como nenhuma prometera exclusividade, Karla arranjou um amiguinho-especial, um lourinho. Moravam em apartamentos vizinhos num prédio na Independência.

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Um dia, ao chegar em casa, um passarinho disse a Karla para olhar no buraco da fechadura de Adriana. No começo não viu bem – alguma coisa pressionava alguma coisa na cama da amiga. Depois foi se definindo – era algo longo e cilíndrico, que entrava e saía de algo preto e triangular. E depois entendeu – o cilindro era o falo de Beto, o amigo. E o preto era a fenda entre as coxas de Adriana.

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Seguiu-se a previsível cena de novela: sua isso, sua aquilo, ficava difícil as duas trocarem o clássico Sua-galinha-Sua-puta – já que as duas sabiam que eram isso mesmo. Beto tentou dar uma de apaziguador.

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Cai fora – disseram. – Isso é coisa de mulher. Vamos resolver.

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E resolveram com sinceridade: Karla disse que Beto tinha dezenove centímetros e meio, ficava rígido por um par de horas e a obedecia em tudo, e ela não estava a fim de largar o osso. E Adriana disse as mesmas coisas, e ainda:

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- Só tem um jeito de resolver isso – uma briga. Quem continuar de pé fica com a torre do cara.

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E foi tão concordadíssimo que exatos quatro minutos depois as duas se encontravam bem no meio do tapete falso-persa da sala, as duas apenas com os paninhos fininhos das calcinhas e dos sutiãs a separá-las da nudez total.

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- Se rende, cadela – disse Karla.

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- Se rende você, cachorra – disse Adriana, e sua mão esquerda rápida como cobra agarrou a frente da tanguinha cor-de-rosa da adversária, que, amassada, se transformou em tirinha, que foi afundando num pequeno bosque alourado, os pelos lourinhos entre as coxas de Karla, que se fecharam e engoliram o agora quase fiozinho rosa, que a mão de Adriana puxava sem qualquer vestígio de dó.

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Karla trancou os dentes e fechou e encheu os olhos de rugas enquanto Adriana deu-lhe um par de beijos na nuca, curtindo a sua submissão.

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Em retaliação, as mãos de Karla procuraram o triângulo de tecido cor vinho quase transparente que cobria o seio direito da amiga. Puxou-o de cada lado e o sutiãzinho ao se rasgar mostrou um bicão escuro e grande – quase o dobro dos bicos pequenos e róseos de Karla. Meio segundo depois ele desapareceu engolido pela boca de Karla, que sugou o peito da amiga como quem desentope pia – e foi a vez de Adriana trancar os dentes e soltar dois longos ais, e largar a tanga de Karla, que solou o peito de Adriana.

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Adriana buscou com a própria boca a boca da amiga mas não havia amor nesse beijo. Adriana sugou a língua da outra como a tentar arrancá-la – ao menos era essa a sensação de Karla que deu urrinhos de dor – e tentou responder tentando também chupar-meio-arrancar a língua da morena. As duas colaram os corpos inteiros nessa briga-de-beijo até que Karla reunindo todos os pedaços de força rompeu o clinche.

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- Confessa bem alto que é uma puta e que se deu mal, Karlinha! Aí tu pára de apanhar.

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Karla chupou o ar pesadamente um par de vezes e ainda gritou um “Nunca!” enquanto se jogou sobre sua adversária, num nada-ou-tudo. Notara que se continuasse deixando a iniciativa com Adriana, em três minutos estaria caída vencida no tapete. Rápida abriu seu sutiã que mostrou um par de seios maiores que os de Adriana, embora com os bicos menores, e arrancou os frangalhos do sutiã da outra, e abraçou Adriana, e encostou os bicos nos bicos da amiga, e apertou-a contra si o mais que pôde. Adriana só então entendeu a briga-de-peito e abraçou também Karla, procurando amassar-lhe os seios contra o próprio peito.

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Agora era uma questão de quem agüentava mais a dor. As duas gemiam, cada uma prometendo a si mesma agüentar mais um segundo esperando que a adversária cedesse antes. Adriana espalmou as mãos e empurrou a amiga com a força que lhe restava e respirou pesado três vezes.

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Karla percebeu que tinha feito algo certo – o ponto mais sensível de Adriana eram os seios. Sem dar à amiga tempo de se recuperar, e embora seus bicos rosados também latejassem de tanta dor, Karla mergulhou e com mãos certeiras enganchou as mãos nas tiras e baixou a tanga de Adriana, tão rápido que esta quando entendeu sentiu o vento batendo sem obstáculos em sua racha. Mais rápida ainda Karla se ergueu e sua mão esquerda firme sentiu a maciez dos pelos pretos – dera um tapa na racha de Adriana, seguido rápido de outros dois e de um grito fino da dona da boceta que estava a apanhar.

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Adriana tentou retaliar tirando a tanga da adversária, mas esta já antecipara o movimento e abria as pernas para evitar – e Adriana juntou as mãos numa das tiras laterais da tanga da outra, a tentar rasgá-la. Mas os golpes nos seios que levara começavam a cobrar seu preço. As mãos da jovem Adriana tentavam reunir forças, mas apenas tremiam, atrapalhadas pelos seios que pareciam ter o dobro do tamanho de tanta dor. Enquanto isso a mão de Karla aplicava tapas monótonos e ritmados, com força não exagerada mas firme, na boceta de Adriana.

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Finalmente a tanguinha de Karla se rasgou, mas a mão de Adriana só conseguiu aplicar-lhe dois golpes leves como carícias, bem diferente das pancadas rijas que sua fenda cor-de-rosa levava. Adriana resolveu decidir a luta, imaginou outro golpe e tentou aplicá-lo, mas esqueceu de avisar às próprias pernas, que tremeram e se dobraram, recusando-se a continuar a sustentá-la, e a jovem Adriana agora via, de baixo para cima, deitada no tapete, o sorriso vencedor da adversária. E se surpreendeu ao se ouvir dizer:

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- Chega, Karlinha, eu perdi. Você foi mais forte.

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Karla deu dois pulos de alegria, beijou duas vezes o rosto da perdedora e chamou o prêmio, Beto, no quarto ao lado. Disse que ficasse rijo e horizontal logo, que ela iria curtir o prêmio ali mesmo, na frente da vencida. Que ao aceitar o desafio sabia que isso poderia acontecer. Só uma das duas ganha. É cruel, mas lindo.

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